sexta-feira, 8 de abril de 2011

Ataque à Escola de Realengo... Rio de Janeiro.


Ataque à Escola de Realengo... Rio de Janeiro.
Poesia & Poema-Jozeddonato.com


A escola chora...
Um choro sozinho, difícil de conter.
Nós estamos tendo dor no coração,
pois, se os sonhos eram bonitos...

pela manhã triste, eles partiram...
Estamos muito tristes,
mas, nós vamos procurar buscar na oração...
Deus...
   
Para nos ajudar
.
Jozeddonato - 7/04/11 – 13h

Ataque a Escuela del el Realengo... Río de Janeiro.
Poesía y Poema-Jozeddonato.com


La escuela está de luto...
Una llorando solo, is difícil de contener.
Vamos tener dolor en nuestra el corazón,
porque si los sueños eran hermosos...

ellos se fueron, por mañana  triste.
Nosotro! Estamos muy tristes,
Pero ahora, vamos a encontrar en la Oración...
Dios...

Para ayudarnos.
Jozeddonato - 7/04/11 - 13h

Attack on School Realengo… Rio de Janeiro
Poetry & Poem - Jozeddonato. com


A school mourns...
A weeping alone, difficult to contain.
We are having pain in  heart,
for if dreams were beautiful ...

by the sad morning, they departed...
We are very sad,
but, we'll seek seeking in the prayer ...
God ...

To help us.
Jozeddonato - 7/04/11 - 13h


quinta-feira, 7 de abril de 2011

Amazônia Brasileira... Até quando?



Veja a resposta de Cristóvam Buarque no link...


Amazônia Brasileira... Até quando?
Poesia & Poema-Jozeddonato.com



Ataques internacionais coordenados,
estão a dizer ser o povo o grande culpado,
pelo desmatamento desse rincão.
Nós, humildes brasileiros...

queremos saber primeiro,
aonde foi  parar tudo de bom,
que tenha saído da floresta?
Ninguém vê ou contesta e

torna-se uma outra questão no ar.
Pessoas que querem o mundo abraçar,
não são os grandes culpados
da situação como estar?

Sabemos que a floresta
é um patrimônio do mundo.
E quanto para este mundo
 a ganância é um estorvo...

 pronto a enganar as pessoas,
dizendo que é o povo que desmata.
Amazônia... Até quando?
Vamos ter que suportar...

esta resposta, sem sentido
para esta questão do desmatar.
Quem autorizou o desmatamento e
aonde estão as árvores cortadas?

Não estão na casa do povo
desta grande nação...
 “Tantas riquezas que
 vazaram pelo ladrão”
jozeddonato 08/0/11 – 23h

Dor.
Poesia & Poema-Jozeddonato.com


Quando não temos pudor,
a dor nos pega e sacode.
Respeite o próximo, por favor!...
Seja ele rico ou pobre.

A dor é o inverso do amor,
quando a maldade nos sobe.
Por isso, me faça um favor!
Seja em seus atos...

Mais nobre!
Jozeddonato- 07/04/11 - 13h

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Mais um dia... Abençoado



Mais um dia... Abençoado!

Que Deus sustente sua força,
nas encruzilhadas da vida.
Seja firme em sua caminhada
com a verdade proferida...

nas suas alegrias e compromissos
ou  em sua tristeza recolhida.
Que o Pai proteja você...
Tenha mais um dia na fé...

e em solo desconhecido,
semeia o bem que puder.
Se um nova sementeira pede,
 que a sua mão seja atuante...

semeia! Semeia! Semeia!...
A Palavra do bem confiante.
A palavra do bem germina
em solo desconhecido, o amor...

é  uma estrela que não se apaga...
Isso é o céu que nos ensina.
Assim sendo, coragem para viver
e receber do ar que respira...

as energias do novo amanhecer
 com o sol clareando lá de cima.
Que às estrelas no arrebol
 sejam sua fonte de esperança...

no despertar de um novo dia
de luz, muita fé e confiança.
Quando nasce a calmaria...
no mundo onde você se encontra...

um foco de luz sempre irradia aos
  cantos do ser menos iluminados.
Sãos as bênçãos de um novo dia...
 Transparência é tudo que conta.

Celestes são os anjos e as estrelas...
e o Pai, de todos os Credos e Raças.
São as abençoadas fontes de sabedoria,
justiça e a paz que nos abraça.

 Assim, meus amados irmãos...
Seremos uma grande família,
fraterna e de um puro coração,
pulsando e louvando o novo dia...

onde um campo florido e sereno...
será eterno para a  fonte da vida,
 uma clareza intensa e radiosa...
Por toda essa Terra querida.

As sementes da transformação
continuarão a construir o novo mundo
onde os pássaros  com a suavidade,
 mostram-nos o que é eterno e profundo...

não se esqueçam da caridade...
e pensem em Deus a cada segundo.
Quero deixar meu doce abraço,
singelo radioso e fraterno...

e não se esqueçam de ascender pra fé
nos chamado tempos modernos.
E louvemos a vida que pulsa
sem angustia e a solidão...

sacudindo com a fé raciocinada...
a poeira da tal depressão.
E o Pão da Ceia Divina...
Vamos dividir com os nossos irmãos.

Que a graça e a alegria dos famintos...
sequiosos de justiça e do saber,
sejam os frutos da arvore da Vida...
No muito ainda que vamos percorrer.

Que para sempre seja louvado!...
Deus em nosso proceder.
E louvado seja o Nosso Senhor Jesus Cristo!...
Na luz de cada novo amanhecer.

Santana/jozeddonato – 05/04/11 – 12h

sábado, 2 de abril de 2011

Ausência.


(Crédito foto:) Mariana Gouveia


Ausência.
Poesia & Poema-Jozeddonato.com


Deito-me no vazio,
 sem seus abraços.
Então, desejando o seu amor...
Fico imaginado você...

 nas lembranças que o tempo
tentou de mim, apagar.
Acordo ouvindo sempre o seu nome
onde minha alma grita...

como se ela quisesse, iria trazer...
você de volta para mim!
E quando, finalmente, eu
estou ciente de sua ausência...

uma lágrima fria vem me chamar

a essa triste realidade...
É só em sua imaginação,
que ele ainda vive!

E na ausência difícil de seu amor...
Encontro-me
 com o vazio da vida!

Asa /jozeddonato - 27/03/11 

La ausencia.
Poesía y Poema-Jozeddonato.com


Me instalé en  vacío
sin tus abrazos.
Así que, deseando tu amor...
yo, imaginaba só,  usted en las recordaciones...

donde el tiempo tiene trató de borrar.
Acuerdo escuchando  siempre su nombre
donde mi alma grita,
como si quisiera podría traer ...

usted , para el mí!
Y cuando al fin, me
soy consciente de tu ausencia.
Una lágrima fría, viene me llaman ...

para esta realidad ...
Es sólo en su imaginación,
que, él aún vive!
Y en ausencia difícil de tu amor ...

Me encuentro, con el vacío de la vida!
Asa / jozeddonato - 27/03/11 3h

Absence.
Poetry & Poem - Jozeddonato. com


I lie down in a vacuum,
without  your hugs.
So, wishing your love...
I get imagined, you...

in memories that time try me delete.
Agreement  listening always your name
where my soul cries out,
as if to could bring...

you to me!
And when finally, I
am aware of your absence.
a cold  tear comes call me...

to this reality ...
It is only in his imagination,
that he still lives!
And in the difficult absence of your love ...

I find myself with the emptiness of life!
Asa / jozeddonato - 27/03/11 3h

sexta-feira, 1 de abril de 2011

O pântano...


Crédito foto: Marcos S Camargo

O pântano...
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Ainda não consegui
entrar no pântano...
Eu não vejo a hora!
E se a brisa me lembrar...
 
esse dilema que vivo?
O sopro do vento que me é fascinante.
E o caminho por onde eu tenho que ir.
Na vida, tudo é uma questão...

de superar o inesperado.
O sol aprendeu
entrar e sair do pântano...
Sem ser contaminado.
Asa/Jozeddonato – 2/04/11 - 0h

El pântano...
Poesía y Poema-Jozeddonato.com


Sin embargo, no ha sido posible
entrar en el pantano todavia.
No puedo esperar!
Y si el la brisa me recuerdan hacer...

uno dilema que vivo?
El sonido del viento que es fascinante que me.
Y el camino, por donde me tengo que ir.
En la vida, todo es una cuestión de ...

superar, los imprevistos.
El  sol, aprendido
entrar y salir del pantano ...
Sin llegar a ser contaminada.
Asa/Jozeddonato – 2/04/11 - 0h

The swamp...
Poetry & Poem - Jozeddonato. com



Still could not get
enter  the swamp...
i can not wait!
And if  the breeze me remind...

this dilemma that alive?
The sound of the wind that is fascinating to me.
And the road, where I have to go.
In life,  everything is a matter...

of overcome the unexpected.
The sun learned
enter and leave the marsh ...
Without becoming contaminated.
Asa/Jozeddonato – 2/04/11 - 0h